CONVERSAS DOS CAPUCHOS

O ano de 2021 comemora três nomes centrais da literatura universal: Dante, Baudelaire e Dostoievski. Em três fins-de-semana consecutivos, como preâmbulo da jornada musical do Festival dos Capuchos, celebramos e interrogamos a obra destes três gigantes das letras mundiais em conversas conduzidas por Carlos Vaz Marques. Começamos por perguntar “Porquê ler Dante?”, nos 700 anos da morte do poeta florentino. A resposta estará a cargo de António Mega Ferreira e Jorge Vaz de Carvalho, ambos tradutores de Dante e apaixonados pela sua obra. Uma semana depois, a pretexto do bicentenário do nascimento de Charles Baudelaire, debruçamo-nos sobre a invenção da modernidade poética com os contributos do crítico literário Pedro Mexia e da ensaísta e professora universitária Joana Matos Frias. Finalmente, na última destas três sessões literárias, pomos o foco sobre outro génio nascido há duzentos anos, Fiódor Dostoievski. A conversa – que vai ter como mote, a partir da obra do autor de Os Irmãos Karamazov, a angústia de um mundo sem Deus e outras inquietações da existência – reunirá o tradutor António Pescada, o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian Guilherme d’Oliveira Martins e a escritora Hélia Correia.

20 JUN DOMINGO

17h30

Conversa dos Capuchos I

Porquê ler Dante:
nos 700 anos da morte do poeta

Com António Mega Ferreira e Jorge Vaz de Carvalho
Moderação de Carlos Vaz Marques

27 JUN DOMINGO

17h30

Conversa dos Capuchos II

A invenção da modernidade poética: 
no bicentenário do nascimento de Baudelaire

Com Joana Matos Frias e Pedro Mexia
Moderação de Carlos Vaz Marques

03 JUL SÁBADO

18h30

Conversa dos Capuchos III

A angústia de um mundo sem Deus e outras inquietações da existência:
no bicentenário do nascimento de Dostoievski
Com António Pescada, Guilherme d’Oliveira Martins e Hélia Correia
Moderação de Carlos Vaz Marques